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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Entrevista exclusiva com Thomas Youngblood

Na última Quarta-Feira (7) estivemos no HMV Forum, em Londres, para um dos primeiros shows da turnê Européia Silverthorn 2012 e tivemos a oportunidade de encontrar e entrevistar o guitarrista e fundador do Kamelot, Thomas Youngblood.Confira abaixo a tradução dessa entrevista, o áudio original (em inglês) encontra-se após o texto.

Londres, 07/11/12

Kamelot Brasil: Vocês andam bastante ocupados. Vocês terminaram a turnê Norte - Americana há pouco tempo, e então tiveram o lançamento do vídeo de Sacrimony (Angel of Afterlife) e então o lançamento do álbum Silverthorn que foi lançado há cerca de uma semana. Qual tem sido a sua impressão das turnês, do álbum e a repercussão de tudo isso?

Thomas Youngblood: Basicamente, na minha opinião, parece que tudo superou as nossas expectativas, principalmente com relação ao resultado do álbum, as resenhas... Tivemos a turnê na América do norte com o Nightwish e foi fenomenal, a reaçãodos fãs foi ótima.

KB: Parece que tudo está indo muito bem!

Thomas Youngblood: Tem sido ótimo, o Tommy é incrível, ele se encaixa muito bem na banda, ele já é um dos nossos. Não posso reclamar de nada, estamos muito felizes e animados com relação ao futuro, que parecce ser bom.

KB: Sobre o Silverthorn, quem teve a idéia para a história do álbum?

TY: Foi uma combinação de pessoas na banda. Trabalhamos juntos e tivemos várias idéias, trocamos bastante idéias até que finalmente chegamos a uma história que consideramos boa e para a qual pudéssemos fazer músicas que cinematograficamente refletissem o que acontece. A idéia do título foi do Oliver. Mas foi um grande trabalho em equipe.

KB: E quem escreveu a história?

TY:  Como eu disse, a história foi criada pela banda. A Amanda Somerville trabalhou no livro que está na edição limitada do álbum, e então nós demos a ela um esboço.

KB: E foi ela quem juntou as idéias em uma história; o que está no livro é o trabalho dela?

TY: Sim, a partir do nosso esboço.

KB: Que legal!

TY: Ela fez um ótimo trabalho.

KB: E de onde veio a inspiração para tudo isso?

TY: Essa coisas meio que tomam forma sozinhas, sabe?  A idéia original era bastante diferente. Mas aí pensamos em algo que seria legal, uma reviravolta que basicamente mudou toda a dinâmica da história. E tudo vai tomando forma organicamente. Como dizer que a arma do assassinato é uma parte do violoncelo e por aí vai. É como escrever uma música, você começa com uma parte e ela se desenvolve a partir disso e, com sorte, no final do dia você terá algo para se orgulhar.

Londres, 07/11/12
KB: Você consegue definir o álbum em uma palavra?

TY: Hm... (silêncio)

KB: É difícil não é mesmo? Eu tentei há alguns dias enquanto escrevia a resenha para o nosso blog, mas parece que cada adjetivo que vinha à minha mente não era o suficiente para definir o álbum.

TY: Eu poderia ser meio bobo e dizer "obra de arte". Parece estranho mas acho importante que o nosso álbum tenha bastante diversidade, o que significa que você não pode simplesmente defini-lo com apenas uma palavra ou até mesmo um gênero musical.

KB: Eis uma pergunta muito importante para nós: Quando podemos esperar que o álbum seja lançado no Brasil e na América Latina?

TY: Boa pergunta... Eu mandei um e-mail para a nossa gravadora há dois dias para saber por que eles ainda não cuidaram disso.

KB: os fãs brasileiros estão carentes pelo álbum. E esperamos que quando lançarem o álbum no Brasil e na América Latina, que tenha também uma edição limitada.

TY: Sim, como eu disse, eu falarei com os responsáveis sobre isso.

KB: Eos planos para uma turnê Latino-Americana? Podemos esperar que isso aconteça em breve?

TY: Por enquanto não. Temos um agente que está providenciando datas e parece que a primeira metade de 2013 já está lotada de turnês, acho que vão tentar a partir de Agosto do ano que vem. Eu gostaria de ir antes, mas vamos ver o que acontece.

KB: E você conhece alguma coisa sobre a música brasileira? Alguma banda ou música em geral?

TY: Na verdade não. Só aquela...como que chamam, aquela festa que acontece uma vez por ano...carnaval? Que tipo de música é aquela?

KB: Sim, carnaval. É o samba.

TY: Samba!

KB: É o samba do carnaval, não é o mesmo que podemos escutar em rádios, por exemplo.

TY: Sim...foi mal! [por não conhecer mais]

KB: Vamos começar a postar sobre música brasileira nos perfis de vocês!

TY: Sim, pode fazer isso. (risos)

KB: Bom, isso meio que anula minha próxima pergunta, pois como vocês costumas sair em turnê com outras bandas eu ia perguntar se tem alguma banda que você gostaria de convidar para uma turnê no Brasil.

TY: Bom, para nós o importante é que os fãs curtam e que sejam pessoas com as quais nos damos bem, não é bem uma questão de preferência. Quando saimos em turnê como Evergrey foi bem legal para os fãs, e nos também nos damos muito bem com eles. Quando você escolhe bandas de apoio você quer fazer uma combinação boa para os fãs.

Londres, 07/11/12

KB: Há alguma semanas você postou no seu facebook que vocês já estão trabalhando em um novo DVD, como está sendo isso, vocês já começaram a gravar algum material?

TY:  Estamos gravando algumas coisas dos shows mas precisamos planejar onde vai ser e juntar uma equipe. Vai levar um tempo, só no ano que vem mesmo. E então teremos que trabalhar nos contratos coma  gravadora, com relação a distribuição do DVD.

KB: Não esqueçam do Brasil! (risos)

TY: (risos) Com certeza! Teremos certeza de que saia por lá.

KB: Vocês realmente tem uma legião muito boa de fãs por lá. E agora que estamos com a página de volta, eles estão bastante animados e nos mandam várias perguntas.

TY: Que legal!

KB: Os fãs realmente querem que vocês voltem lá.

TY: Com certeza, nós queremos voltar.

KB: Agora, com relação ao vídeo de Sacrimony (Angel of Afterlife). O resultado ficou incrível, acredito que todos amaram. Como foi o processo de gravação? Acredito que para a banda tenha sido bastante rápido, mas vocês chegaram a contribuir com a idéia do vídeo, ou quem seriam os atores, como seriam as cenas, etc?

TY:  O roteiro foi planejado em conjunto, e aprovado por nós. O diretor me enviou fotos dos atores e seus respectivos papéis. Basicamente estivemos lá por dois dias e a equipe fez tudo depois que fomos embora. Mas o resultado é de matar, estou muito feliz e já estamos trabalhando em mais um no momento.

KB: Essa é a minha próxima pergunta!

TY: E eu ainda não posso dizer para qual música!

KB: Ahh...você pode nos dar uma dica?

TY: Está no álbum Silverthorn!

KB: Ah...e não é Grace? Já que Grace é do CD bônus.

TY: Não é Grace. (risos)

KB: Então vocês planejam ter mais vídeos para o álbum?

TY: Ah sim, com certeza. Espero que tenhamos quatro.

KB: E eles seriam uma continuação da história? Pois em Sacrimony temos um resumo da história, poderemos ver mais detalhes nos próximos vídeos?

TY:  Não sei. Não quero me prender ao rumo da história. Vai depender, eu ainda não tenho certeza.De preferência não haverão detalhes da história mas se der certo de alguma maneira, será legal.

Londres, 07/11/12

KB: Falando um pouco sobre negócios, o mundo da música está bastante difícil hoje em dia, principalmente para bandas novas mas acredito que até mesmo o Kamelot tem dificuldades  serem superadas. Quais são alguns dos obstáculos que vocês tem que enfrentar para se manter e acompanhar a cena de heavy metal.

TY: Muitas banda saindo em turnê ao mesmo tempo, como aqui na Europa nestas últimas semanas. Isso prejudica a venda dos ingressos já que o fãs muitas vezes tem que escolher um show ou outro. Os downloads nunca ajudam, é algo que temos que lidar hoje em dia e isso simplesmente mata o nosso orçamento e até mesmo a nossa energia criativa. Se você se mata trabalhando em uma coisa e daí fazem um download que não vale nada, você deixa de se sentir inspirado. Sobre a mudança do vocalista...bom, os fãs tem sido incríveis, e nos sentimos bem com relação a isso.

KB: Vocês começaram recentemente uma nova etapa com o Tommy Karevik nos vocais. Na minha opinião pessoal, apesar de que eu acho que ela reflete a opinião de muitos, é que vocês provaram que apesar da mudança na formação da banda, vocês continuam comprometidos a ser o Kamelot que sempre conhecemos, e provavelmente ainda melhor! Esse tipo de mudança pode ser um pouco assustadora, para os fãs e provaelmente para vcês também. Ainda assim a reação dos fãs e da mídia tem sido espetacular, eles deixam claro o apoio à banda. Alguma vez você teve receio de que as coisas não fossem dar certo como deram?

TY: Claro que você pensa nesse tipo de coisa, mas acho que temos segurança de quem somos como músicos e pessoas. Queríamos que tudo desse certo como fosse possível mas ao mesmo tempo não nos preocupamos muito com isso, simplesmente seguimos nossos instintos e fizemos o nosso melhor e no fim, tudo está sendo melhor do que esperávamos, é um luxo bem legal! (risos)

KB: Um ótimo bônus! E por fim, quem/o quê é a sua inspiração? O que lhe motiva em meio as turnês e uma agenda lotada?

TY: Minha família, meus filhos e minha esposa que me apoia em tudo isso. Ter a oportunidade de ir pra casa e ficar com eles, apesar de ser sempre ótimos encontrar os fãs nas turnês. O tempo que passamos nos palco é bastante eufórico para nós mas pelo menos pelo menos eu me inspirado pela vida que tenho em casa e pelo fato de eu ter uma família que me apoia.

KB: E que ajuda e participa também!

TY: É verdade! (risos) E a banda também. Nós passamos por tantas coisas juntos, altos e baixos que nos aproximaram como pessoas. É importante para nós mantermos o Kamelot e crescer com tudo isso, e uma grande inspiração.

KB: Bom, essas são as perguntas que tenho, muitas foram enviadas por fãs. Você gostaria de dizer algo a eles?

TY: Estamos ansiosos para voltar, amamos o Brasil, praticamente tudo sobre o Brasil.

KB: Que lembranças você tem de lá?

TY: Muitas lembranças. Eu chegue a ir ao Brasil antes mesmo do Kamelot existir, à trabalho. Eu costumava ir ao Rio. Adoro o Brasil e gosto muito da América Latina em geral. Pode ter certeza de que queremos voltar. Oliver, ovcê quer dizer algo? Você já esteve no Brasil com o Kamelot e com o Epica.

Oliver Palotai: Ah eu tenho muitas lembranças mas...

KB: Nos conte uma ou duas!

OP: Não posso contar 90% delas. (risos)

KB:  (risos) Muito intrigante!

TY: (risos). Bom eu posso dizer que não posso contar 95% das minhas! E o Sean vai dizer que não pode contar 96% das dele! (risos)

Sean Tibbetts: Eu ganhei! (risos)

KB: Você sabe que o pessoal vai começar a imaginar um monte de coisas agora...

TY:  Vai ver que alguns deles estavam lá! (risos)

OP: Eu adoraria voltar. A comida é maravilhosa.

KB: Vocês chegaram a comer o churrasco? Normalmente as bandas chegam e vão a alguma churrascaria.

OP: Sim...e os coquetéis.

KB: Caipirinha!

TY: Caipirinhas na praia, feitas na hora. Bons momentos...

KB: E quando vocês voltarem terão tudo isso de novo, e novas lembranças.

TY:  Com certeza!



Tradução: Patrícia Camara


For the interview in English, click here.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Entrevista com Oliver Palotai



O site da Búlgaro Rock Live BG publicou hoje uma entrevista com o tecladista do Kamelot, Oliver Palotai. na entrevista, Oliver comenta sobre o novo vocalista, novo álbum e as expectativas para  turnê Norte Americana com o Nightwish, em Setembro. Confira a entrevista aqui, e a tradução abaixo.



Bem vindo de volta à Bulgária!Como você está se sentindo? 
Bem! O tempo está bom, a comida é boa...e os banheiros inundados! (risos)
Sério? Bom,  isso acontece!
É! (risos)
Bom, vamos começar com um perguntar sobre o próximo álbum do Kamelot. Vocês estão com força total, com um novo vocalista – Tommy Karevik, que foi anunciado há 2 semanas. Você pode nos contar um pouco sobre ele?
Sim, ele já esteve conosco em alguns shows como vocalista convidado, ele cantou uma ou duas músicas. No ano passado estávamos considerando que vocalista escolher, eu estava firmemente do lado de Tommy porque ele me impressionou muito. A personalidade é muito importante e ele é um pouco introvertido, e eu gosto do estilo Escandinavo dele, ele se encaixa no Kamelot muito bem.
Como você disse, vocês já se apresentaram com ele antes?
Sim!
Mas ele está participando no processo de composição do novo álbum?
 Sim, sim! A decisão final foi que ele enviasse vocais, letras e gravasse a melodia de uma balada que eu escrevi e que faz parte deste álbum. E foi tão ótimo e impressionante. Todos ficamos arrepiados e quando escutamos pela primeira vez soubemos imediatamente que era “isso”! Ele também compôs a maioria das melodias vocais no álbum.
Quando você mencionou arrepios lembrei que escutamos a passagem de som de vocês e escutamos uma música do novo álbum. Me deixou arrepiado!
Sim, o nome da faixa é Sacrimony, é a primeira no álbum, logo após a intro.
Você pode revelar mais detalhes sobre o álbum? Número de faixas, quem fez a arte da capa... ?
 A arte da capa foi feita por Stephan Heilemann. Ele também já fez capas para o Epica e a minha outra banda, Sons of Season. Ele é um dos meus melhores amigos, more no meu bairro e na minha opinião, um dos melhores designers no mundo inteiro. O número de músicas é... Acho que 9 ou 10, sem os interlúdios.
Vocês já tem um nome para o álbum ou ainda é segredo?
Bom... quando essa entrevista será publicada?
Na próxima semana.
Ok, então o nome é “Silverthorn”.
Silverthorn? Nome legal!
Sim, é um álbum conceitual e tem uma história. Na edição especial você recebe um livrinho que descreve a história. Todas as músicas serão a respeito da história. Vai ser algo como “The Black Halo”.
Parece muito legal. Na última turnê vocês fizeram alguns shows com o Fabio Lione do Rhapsody Of Fire e ele se apresenta antes de vocês. Podemos esperar ver ele no palco com o Kamelot hoje à noite?
Sim, conversamos sobre isso, mas não tenho certeza da decisão final. Se ele tiver tempo, ele estará no palco conosco.
Ok. Qual foi o momento mais difícil para a banda? Podemos dizer que foi a saída de Roy Khan?
Sim! Foi 2 semanas antes da turnê Norte Americana. Todos os vôos estavam marcados, toda a equipe confirmada, todas as bandas de apoio já estavam nos EUA e de repente ele liga... “Não vou fazer a turnê  nos EUA”...Aquilo foi muito difícil, não só de um lado emocional, mas a decepção de todas as pessoas envolvidas.
Nós escutamos histórias diferentes sobre o que aconteceu, mas você pode nos contar a história verdadeira? Por que o Roy Khan deixou o Kamelot?
Pra ser sincero... Nós não sabemos a história 100% verdadeira, porque foi muito de repente. Este negócio não é para qualquer um, e ás vezes leva muitos anos até você perceber isso. Então na verdade ninguém sabe os motivos a não ser o Roy. Eu acho que foi demais pra ele e ele sentia muita saudade da família. Ele também deu um depoimento que foi bastante neutro. Não sei... Talvez ele só quisesse ficar com a família... sabe!
E como vocês lidam com isso? Eu sei que vocês também têm famílias, mas vocês são completamente dedicados à banda. Thomas por exemplo...
Todos temos outras coisas além da banda, mas eu não consigo lidar com tudo. Isso é a minha vida, é o que eu quero fazer. Foi por isso que virei um artista e esta é a minha prioridade, todo o resto deve ser organizado de acordo com esta prioridade.
Eu sei que você tem uma participação muito importante no processo de composição das músicas. Como você sente este novo álbum quando o compara com os anteriores? Você sabe que “Poetry For The Poisoned” é um pouco sombrio e poucos fãs o entenderam completamente.
Pra ser sincero também não sou um grande fã de “Poetry For The Poisoned”. Para mim, “The Black Halo” é meio que uma referência quando produzo bandas no meu estúdio. Então queríamos voltar ao “The Black Halo”, mas também incluir elementos modernos, os quais incluímos desde então. Você nunca vai escutar uma banda dizer “Nosso novo álbum é uma droga!”, mas este álbum está de matar e traz o Kamelot de volta à ativa. È exatamente o que eu queria e estou muito feliz com ele. Espero que os fãs gostem também.
Esta é a sua segunda vez na Bulgária...
Com o Kamelot sim, mas pessoalmente pra mim é a terceira. Estive aqui antes com a Doro.
Sim, sim... Então o que você espera do público?
Espero que seja tão bom quanto a última vez! Sabe, há dois dias tocamos em Balingen, Alemanha, e a energia dos Alemães estava bem fraca. Você nunca sabe o que esperar, às vezes eles são entusiasmados e às vezes apenas ficam ali. Espero que hoje seja como a última vez que estivemos aqui, porque temos muitas lembranças boas  dos fãs Búlgaros.
O que você acha da Bulgária em geral?
Bom, é sempre a mesma coisa quando estamos em turnê. Vemos tão pouco... Vejo meu hotel, algumas ruas ao redor e não consigo conhecer as pessoas muito bem. Dirigimos por uma paisagem que era linda e queria ter mais tempo para ver as coisas. Adoro história e eu adoraria ver alguns locais históricos...Mas não temos tempo e temos que ir para a Sérvia após o show. Mas quem sabe um dia!
Por que o Kamelot não é popular nos EUA assim como na Europa?
Todas as bandas de metal com influências Européias tem dificuldades nos EUA. O mercado lá é tão mainstream. Não existem muitos gêneros e estilos underground e é tudo a porra do mainstream....sabe. Mas está crescendo, o que é legal. A turnê com o Nightwish vai ajudar um pouco eu acho.
Vocês vão fazer uma turnê com o Nightwish?
Sim, vamos fazer uma grande turnê nos EUA com o Nightwish em Setembro, então veremos. Da última vez, Roy desistiu  tínhamos teatros maiores. Quando aquilo aconteceu, foi definitivamente o pior momento que você possa imaginar. Os EUA são muito importantes porque o mercado lá é muito grande. Mas apesar de tudo, estamos satisfeitos com o jeito que as coisas então funcionando, mas não somos tão grandes.
Então outra pergunta sobre o novo álbum. Haverá algum músico convidado?
Sim, trabalhamos com as meninas do Ekliptica, elas são um quarteto de cordas. Amanda Somerville também participará do álbum, ela também participou do anterior. Elize do Amaranthe, ela se tornou uma melhor amiga para nós e foi uma das melhores admissões! Hmm... Quem mais está no disco... ? Alguns outros caras mas não sei nada sobre eles...(risos). Nós escrevemos as músicas e eu faço os solos que então são substituídos pelos vocalistas convidados que eu não conheço.  Então não é mais meu trabalho, não sei dizer.
Então para finalizar, posso pedir que mandes uma mensagem aos fãs do Kamelot na Bulgária?
Sim. Pra mim o mais importante é permanecer-se fiel ao seu gosto musical. Não se deixe influenciar pelo chamado “sentido público”. A cena do metal é um lugar tão legal e honesto para se estar e eu espero que vocês sigam conosco por este próximo ano e que vocês gostem do nosso novo disco e espero um feedback de vocês.
Muito Obrigado por esta entrevista.
Sem problemas!